terça-feira, 12 de maio de 2009

o livro dos pensamentos

Prólogo educhay@hotmail.com


“Dê-me uma abertura do tamanho do buraco de agulha, e Eu abrirei os portões celestiais”. Somos privilegiados de vivermos, numa época tão importante para a raça humana, somos todos responsáveis pelo que acontece e acontecerá. Certo é que o futuro não existe, por isso o segredo simplificado é a mente, e o futuro é o acordar de uma sonolência generalizada que nós passamos.
Feche os olhos e sinta a energia cósmica, um poder maior, uma Luz irradiante e purificadora, uma fonte viva que jorram águas purificadoras e criadoras.
Imagine você agora com seus olhos fechados em posição de lótus, se concentre numa fonte que jorram das mais puras águas, lindas esculturas mostram a pureza de crianças brincando com serpentes, leões e cordeiros todos juntos na suave brisa. Um vento suave e cheiroso como aquele cheiro de natureza, cheiro de chuva e muita pureza se podem sentir neste jardim, lindas Árvores frutíferas plantadas em todas as direções, então observem que luzes irradiam das Águas a penetrar em cada pensamento em conexão, esses são os Orixás. Através destas fontes de energias podemos encontrar um caminho de paz, amor, verdade, e a felicidade plena em todos os sentidos e em nossos espíritos eternos, um caminho seguro até o Eterno, a fonte Maior.
Agora acompanhe esta meditação com a respiração concentrada, sinta esta história, e viva por um momento estes personagens.
Enock é o nome do nosso primeiro personagem, ele é a realidade oculta aos olhos humanos, mais totalmente sentidos. Enock é o EU verdadeiro, é a semente sagrada, é a centelha do Eterno viva para todo sempre. Aprendamos este segredo e encontraremos a felicidade plena da vida, enxergaremos realmente como as coisas são. Viva a realidade, abram os olhos e enxerguem pela primeira vez nesta vida e saiba que a libertação de todos os sofrimentos se baseia no equilíbrio, encontre o equilíbrio e tudo se acertará.
O segundo personagem se chamará Oséias, este representa nós, num mundo onde cada vez mais fica difícil se viver de formas simples, um mundo capitalista, onde cada qual busca somente seus interesses, Oséias não compreende porque não consegue se adaptar a este mundo, não encontra a felicidade em nenhum caminho já procurado, vazio, ele busca um sentido para seguir, ele sabe que pode haver uma porta que nós leve a sermos felizes, ele vive na dualidade, alias sua vida foi até o presente momento uma dualidade incrível.
O momento atual que estamos vivendo nós mostra claramente que aquele que acordar em primeira instância governará a realidade vivendo plenamente em todos os sentidos sabendo que aqui neste plano terrestre estamos aqui para evoluir, para vencer a ilusão da matéria que nos faz sofrer.
Somos iguais, somos energias, e quanto mais unidas, mais forte ficamos para um planeta melhor, um planeta onde se pode encontrar caminhos para felicidade e uma consciência sobre a natureza, nossa maior afetada por nossa cobiça e poder, capital, e ganância de ter muito só pra si. Usemos nossas energias para criarmos formas de não mais destruirmos nossa maior fonte natural de vida, a Natureza.
Pensando, refletindo sobre o assunto, Oséias na cobertura do prédio onde tem alugado no centro de são Paulo em posição de lótus, as seis e quinze da manha, abre os olhos, e se da conta que passou a noite inteira em plena meditação, em busca constante, ele sabe que está faltando algo, sente o vazio de sempre querer ser aquilo que ele não é, sempre desejando o que não deveria desejar, e vivendo repetidas situações que o levam a crer que realmente sempre busca os caminhos errados. Precisa encontrar se consigo mesmo, sempre procurando, indo até onde fosse necessário.
Enock seu guardião espiritual, olhando em seus sofrimentos, sempre o leva em seus momentos mais importantes ao templo Caboclo Origuaçu. Lembro-me do Sacerdote Davilson que falava a nós para não sermos repetitivos com nossos erros, que estávamos viciados, sempre levando os mesmos problemas nas reuniões, ele até dizia que as entidades tinham muito que fazer no astral, pra gente não ficar brincando com o astral, lembro as suas palavras sobre a preservação da natureza, a economia da água, sobre as guerras, fomes, e ao mesmo tempo, olimpíadas, grandes gastos desnecessários, uma vergonha para nos humanos. Vejo a cada rito que vou lá, uma evolução naquele lugar, nas pessoas, realmente uma fraternidade cheia de amor e carinho. Após ser orientado pelo Caboclo, Pai Benedito veio me abençoar e dar lindos ensinamentos. Lembro de uma vez que o pai Benedito no templo Origuaçu Nos chamou para dentro do terreiro e nos ensinou a fazer uma varredura na nossa mente, e nos consolou e nos ensinou sobre o amor. Pra fechar a linda noite os guardiões sempre nos guiando e abrindo nossos caminhos, ensinado a pensar mais em nós, e a nos amarmos mais. Uma noite maravilhosa que alivia o espírito de qualquer atribulado pelas nuvens negras.
Então Enock neste momento acompanha Oséias, lendo os seus pensamentos. E logo vê uma energia fluindo de Oséias, uma energia que um preto velho o ensinou a buscar de dentro de si. Ele busca a verdade! Então Seu Guardião o ensina através da inspiração, que através da magia das letras, a magia do pensamento certo encontrará a plenitude, o verdadeiro sentido da vida e do espírito dado pela fonte de todas as energias.
Um caminho tem que ser iniciado, um sentido tem que tomado ao qual sei que chegarei onde devo chegar um destino feliz e seguro
Tudo a sua volta não parece ser real, seu passado não consegue mais senti- lo como se realmente estivesse vivido, parece que ele começa a sentir o quanto vive num mundo virtual e começa a perceber que suas buscas já não o fazem feliz, tudo havia mudado, já não vivia mais para ele, vivia para um mundo egoísta e mimado. Descobriu que era um escravo programado para viver num modelo de vida em certo país e costumes para sempre, com um rotina programada para se cumprir. Ele tenta entender dentro de si mesmo o porquê dos sofrimentos, então se lembra das palavras que ouvira do mestre.
“Ora, tais sofrimentos somos nós mesmos que os atraímos contra nós, principalmente através dos nossos desejos errados. Precisamos, portanto, destruir, afastar esses maus desejos, e o sofrimento não terá mais força de nos ferir profundamente como fere. Se for nosso propósito expulsar os maus desejos, temos que nos transformar.” “Sidarta Gautama”
Então terei que me aprofundar nestas palavras e vive-las, porque quero entender o sentido das palavras do mestre. O que me faz sofrer nesse mundo? O que o mundo hoje tem a me dizer sobre a verdadeira felicidade? Não sou feliz quando sou um personagem neste mundo, um ser programado, dominado e cego. Aquilo que tenho que destruir é tudo que o sistema coloca como tópico de um modo de vida. Somos mentes poderosas e mentes que podem colocar energias de cura para a cura do nosso planeta, usemos então nossas energias agora, e pense em nossos irmãos em necessidades, pense numa solução, troque uma coisa banal por minutos em pensamentos positivos, ai então começa bem nosso caminho para a paz e para a felicidade.
A Fé é um caminho seguro para quem busca uma estrada onde tudo se transforma se renova, tudo acontece, tudo depende de sua criatividade e concentração, com verdadeira vontade, você começa a entrar em caminhos que se descobre o milagre.
Olhando através de minha imaginação vejo montanhas e águias, um verde curador, um lugar mágico e energético, vejo e reconheço a Guerreira fé, e sua linda companheira azulada imensidão a clamar por juízo, justiça e amor pela verdade, pelo abandono, e pelo desequilíbrio que domina a terra e os povos como um monstro sem controle invencível. Transformação é o que necessitamos, estou chegando à conclusão que é de nossa inteira responsabilidade e obrigação, pelo nosso planeta, pela fé e pelo respeito à fonte da criação de mudarmos o nosso caminho, de nós transformamos em pessoas melhores, se afastando do egoísmo, da inveja, devemos abandonar esse modo de vida capitalista, imperialista, e dominante, e devemos viver em simplicidade, escrevo isso aqueles que por algum motivo entende a real situação de que o mundo realmente precisa entrar em um equilíbrio maior. Que realmente possamos acordar e usar cada um o seu dom para passar a esperança de um mundo equilibrado motivadas por pessoas que se dediquem a espiritualidade ao meio ambiente, a medicina e a ciência. Meus irmãos vivam com a fé e de alguma forma ajudem a criar uma camada pura de união e de amor, para que o ciclo possa prosseguir com amor e respeito.
“È sempre bom sacrificar uma pequena coisa para com isso alcançar uma ainda maior. Conseqüentemente, nossa felicidade pode enriquecer a de todos os seres sensíveis.
Deveríamos “considerar o direito de ser feliz como uma dívida pessoal para com todos os seres sensíveis.” DALAI-LAMA.
EDUARDO FONSECA















INTRODUÇÃO

O JARDIM DO ÉDEN
História da primeira civilização do homem

Foram necessários milhões de anos de evolução para que a raça humana atingisse o Jardim do Éden, seu momento de iluminação espiritual. Esta foi a Primeira Civilização do homem – um estado de completa consciência espiritual. Uma vez que o homem tomou conhecimento de si mesmo, o tempo e espaço não o limitaram, quando ele se tornou senhor de seu ambiente e de seu próprio ser. O homem espiritual gozou de um estado perfeito de harmonia e unidade com tudo no universo. Neste estado de bem-aventurada existência não havia resistência às forças da vida. O homem atingira o pináculo de seu desenvolvimento.
Depois de 100.000 anos desta existência perfeita, a raça começou lentamente a estagnar. De qualquer maneira o status deste ser divino não poderia permanecer imutável por mais tempo. Ele tinha de continuar a evoluir ou começar a andar ladeira abaixo. O fato de que nada no universo permanece estável foi logo compreendido. Isso não pareceu afetar a maioria da humanidade. Em seu contentamento, não havia motivo para inquietação. Somente um pequeno grupo de pessoas, os líderes do mundo, sentiu integralmente o custo potencial de estagnação e a falta de crescimento da espécie humana. Decidiram que era necessário que o homem caminhasse em uma direção que pudesse contrabalançar a extrema espiritualidade da era e causar uma imperfeição em sua completude, a fim de que a espécie humana evoluísse. A própria sobrevivência exigiria então grande movimento por parte das pessoas do mundo, e este movimento poderia catapultar o homem a um novo e mais alto estado – se ele passasse no teste.
O teste era o materialismo. Aconteceu então o nascimento da ciência e a exploração da matéria e das coisas matérias. Os líderes do mundo sentiram que, uma vez que a ciência tivesse explorado completamente e compreendido a natureza da existência material, poderia complementar e ampliar sua espiritualidade, permitindo assim que a raça humana deixasse sua pastagem e se expandisse na direção de estados de mais consciência ainda e mais evoluídos de ser. Os líderes sentiram que, por meio desse sinergismo, a raça humana eventualmente transcenderia seu estado de ser, na conquista de seu verdadeiro Eu - Divino.
De tal modo era sua escolha, sua escolha consciente, que levava o homem a deixar o jardim do Éden e aventurar em busca de mais evolução. Este período do Jardim do Éden foi chamado Primeira Civilização por alguns estudiosos de história esotérica. Levou 6.000 anos para que a espécie humana rompesse os laços que a prendiam e desse aos humanos a escolha individual de seu estado de ser – e a decisão continha uma terrível responsabilidade. Os líderes do mundo que se empenharam na realização da existência material para a Segunda Civilização sabiam que eles tinham de suportar a responsabilidade até que o ciclo estivesse totalmente completo. Seus descendentes deveriam continuar a tarefa de aperfeiçoar alguma coisa ainda não nascida: uma idade da ciência.
A criação e o controle da matéria é uma manifestação de vibrações da energia. Os seres humanos trazem consigo estas vibrações em cada célula de seus corpos e de suas mentes. Uma expressão destas vibrações é o som, o som da voz humana.
Durante a Primeira Civilização não havia linguagem. A natureza da fala era simplesmente a pura vibração. Desde que o homem era criatura puramente espontânea, não trazia nada consigo do passado nem levava para o futuro. Sua consciência total da vida era o aqui e agora, e funcionava ele como um canal constante para dar passagem à energia universal. O homem inteiro era parte de uma corrente perfeita, uma harmonia perfeita com cada movimento da natureza. Quando percebia um objeto, a essência vibratória desse objeto passava através dele e ele era capaz de expressar o objeto em som. A “sensação” ou o “sentimento” de cada coisa no plano físico da existência, assim como no que existia nos conceitos da mente, era expresso como verdadeira e completa representação em som. Era a perda deste sentido do presente e do puro falar do Logos (“a Palavra”) de que necessitava o desenvolvimento do materialismo. Ele foi perdido propositalmente, como parte do grande plano para a evolução da raça humana. Começará a Terceira Civilização – a Era de Aquário, idade não apenas de iluminação, mas também do testemunho e conhecimento das coisas que existem. Haverá então uma corrente espiritual em harmonia com a existência tangível.
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus”.(S. João 1:1-2) A Bíblia estabelece que Deus criou o homem a sua imagem. De fato, todo escrito esotérico no mundo estabelece que o homem é uma duplicata exata do universo. Estas obras também observam que todas as coisas que estão contidas no cosmo também estão contidas em cada célula do ser humano. Isto é uma explanação do Eu Divino – a mais alta essência do homem. Em todos nós repousa a semente do que chamamos Deus, e essa essência divina contém a chave da verdadeira natureza da vida. Todas as religiões do mundo experimentaram sempre fazer com que as pessoas compreendam este fato, porém elas falharam continuamente, quer pelo fato de desconhecerem suficientemente a própria verdade quer porque detém seu conhecimento a partir daquilo que procuram proteger. Mesmo esta proteção é parte do plano para a Segunda Civilização, pois a obra da religião foi manter a maioria da espécie humana na meia-luz da meia-verdade a fim de que caiamos em completa escuridão durante nosso período de inconsciência espiritual.
No Gênesis 11: 7, a bíblia diz: “Vinde pois, desçamos e confundamos de tal sorte a sua linguagem, que não ouça cada um a voz do que lhe está próximo.” Esta sentença indica a primeira remoção do princípio do som espontâneo do gênero humano, a perda do Logos da consciência da raça humana. Este foi um dos primeiros atos da “poda” realizados por Jehovah para o desenvolvimento final da humanidade. “Desçamos”: esta palavra é o indício do fato que freqüentemente escapa a nossa análise. Deus no homem é um. O homem agiu uma vez como Deus, e foi este Deus, como homem, que confundiu a fala da humanidade na história simbólica da Torre de Babel. Os líderes da raça que tinham de sacrificar a Primeira Civilização a fim de criar a Segunda e a Terceira foram um grupo de homens conhecidos como Yahwe, ou Jehovah. Yahwe foi dividido em três grupos menores. O primeiro tinha a responsabilidade de manter o segredo da divindade da vida humana até que a Segunda Civilização estivesse realizada, de tal maneira que os homens pudessem redescobrir sua espiritualidade quando a ciência se consumasse. O símbolo, ou sinal, deste grupo era o sol. O segundo grupo era responsável pela manutenção da espiritualidade viva, sob o véu da religião, disseminando apenas o suficiente do segredo de Deus para manter viva a fé. Todas as grandes religiões do mundo tiveram origem neste grupo. Seu símbolo é a lua. O terceiro grupo devia realizar a Segunda Civilização. Este grupo está sob o signo da estrela. Os descendentes de cada grupo destes grupos transportam seus símbolos nas bandeiras de suas nações, embora os povos destas nações e destas religiões hoje em dia não tenham qualquer idéia da verdadeira origem destes símbolos.
Quando YAHWE começou a remover os princípios de espontaneidade do mundo, o homem perdeu a capacidade de controlar seu ambiente. As estações e os climas foram lentamente criados pelas necessidades das “novas” leis da natureza, e as raças entre os homens se desenvolveram para permitir a sobrevivência nos diferentes climas. Vieram a existir cinco raças: a azul (diz-se ter existido na Escandinávia), a negra, a amarela, a vermelha e a branca. As memórias da existência primitiva tiveram de ser destruídas; o “dilúvio” da Bíblia simboliza a distante lavagem do passado. Formou-se uma nova tradição – a da ciência e da destruição da espiritualidade. A necessidade de demolir todas as coisas com forma física a fim de que fossem compreendidas exigiu grande sacrifício. Por um período de muitos anos evoluíram as linguagens, e a verdadeira compreensão tornou-se cada vez mais difícil. Pela primeira vez conheceram-se fronteiras, e os homens sentiram as diferenças de pátria, raça e linguagem. Os seres humanos finalmente não compreendiam mais uns aos outros. Houve conflitos e guerras quando a civilização científica foi estabelecida por combate pela supremacia. Os homens guerrearam e por sua força conduziram a raça humana a um mundo onde o forte mantém preso o fraco. Por esta regra as metas da Segunda Civilização deveriam ser alcançadas. Muitas doutrinas religiosas hoje em dia falam simbolicamente deste sacrifício da espiritualidade ao materialismo. Caim filho de Adão, que era um agricultor, matou seu irmão, Abel, que era um pastor. A ovelha (cordeiro sagrado) era o símbolo de Deus, o símbolo da espiritualidade. A terra representa o materialismo; a ovelha, de fato, conseqüentemente se tornou um animal de sacrifício. A natureza espiritual do homem estava para ser destruída; Moisés jamais viu a Terra Prometida, Cristo foi morto na cruz...
Hoje em dia alcançamos a Lua e realizamos viagens espaciais, arrastando milhares de anos de sacrifício e de guerras entre homens. A luta humana tem sido a maneira de estabelecer o mundo científico que chamamos de nosso mundo. Para realizar esta meta, perdemos a espiritualidade, que um dia fez de nós verdadeiros deuses. Quando a meta estiver sendo atingida, seremos capazes de voltar imediatamente aos nossos verdadeiros eus, nossas verdadeiras naturezas de pessoas livres. Agora devemos encontrar nossa espiritualidade. As religiões e todas as filosofias do mundo guardam o segredo da responsabilidade de nossos antepassados semelhante a Deus, Buda, Jesus Cristo, Lao-tsé, Maomé, Moisés – todos foram defensores do segredo. Todos eles conheceram a verdade que existe no homem. Todos eles mantiveram viva a chama, mas não poderiam quebrar o segredo e anunciá-lo abertamente ao mundo.
A chave do segredo ainda não foi exposta. Quando for, todos os “deuses” antigos do mundo se manifestarão novamente e agradecerão a raça humana pela obra que realizaram. Quando a espécie humana retornar à espiritualidade, começará a nova era. Ela já está acontecendo por toda parte no mundo quando grupos de jovens rejeitam os valores do passado e pesquisam desesperadamente em busca de alguma coisa com que substituí-los. Já começou a nos tocar a todos a compreensão que todos os ensinamentos, todos os padrões, todos os valores da segunda idade estão para perecer logo, se podermos apenas ouvir nossos corações. A nova idade virá como uma ocorrência natural, sem a necessidade de revolução violenta e sem rebelião. Ela terá lugar exatamente como uma maça cai ao chão quando está madura, dando suas sementes origens a uma nova vida. A nova era está prevista para o começo do ano 2011, mas o tempo para recobrarmos nossa verdadeira idade é agora.
A obra de preparação está acontecendo agora por toda parte. Na verdadeira responsabilidade para com seus Eus-Divinos, todas as pessoas do mundo procuram a liberdade que acompanha o conhecimento de si mesmo, da natureza e de Deus. Os movimentos de saúde, de vida natural e de espiritualidade são os precursores de uma verdadeira era de pessoas livres... Aqui... Agora...

Um comentário:

  1. eai meu querido to lendo seu livro é bacana caso vc não lembre sou eu o igor dos gordinho...hauahuahauhauahuahua...abraço mlk é nóis que ta pra sempre meu brother...fica na paz de JAH...

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